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20 de fevereiro de 2013
22 de outubro de 2012
21 de outubro de 2012
3 de outubro de 2012
26 de março de 2012
“Aí eu páro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens, cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por você. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca.”
— Clarissa Corrêa
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25 de março de 2012
19 de fevereiro de 2012
Meu coração esta apertadinho sabe? Dolorido de tanto bater de cara na porta. Passou-se tanto tempo, conseguimos consolidar tantas coisas. Ficamos fortes em tantos aspectos, mas me parece que de uma hora pra outra, houve um esquecimento de tudo que já foi vivido.
Honestamente? Estou perdendo as forças e já nem sei se quero usar a que me resta, porque não sou boa quando se trata de “restos”. Todo mundo sabe. Você sabe.
Estou parada feito uma boba, esperando ouvir seu chamado que, por alguma razão não ecoa até aqui. Eu continuo no mesmo lugar, mas dessa vez, quem não chega até mim é você. O muro que você esta construindo entre nós dois, esta acabando comigo. Sinto que, lentamente vou me desfazendo. Caindo pozinho por pozinho. Pó que o vento leva. Pó que não se recupera. Cuidado querido, cuidado. Se eu for, eu não volto viu? Mas não quero ir, então trate de não ser mais esse idiota inconsequente e volte a ser a razão dos meus sorrisos e não das minhas torturas noturnas. Venha e venha rápido, antes que seja tarde demais pra pensar, falar, ouvir e chegar.
"Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo. É difícil conviver com esta elasticidade. As pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações."" -md-
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24 de janeiro de 2012
E eu vou pensando. Eu vou querendo. Eu vou sonhando (...)
Se você só pudesse sentir o meu abraço quentinho agora. Se você só pudesse ouvir uma vez como eu quase posso dizer - te amo – baixinho no seu ouvido antes de dormir, talvez você voltasse. Talvez você viesse até mim. É talvez.
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27 de outubro de 2011
E o mundo inteiro ficou pequeno diante da tua dedicação para com o nosso amor. Mesmo que houvesse uma enorme torcida contra e apenas três pessoas a favor. Lembro quando tu pegaste minha mão bem forte e disse – Vamos!
E eu fui e jamais houve se quer um resquício de arrependimento em meu olhar e nem no seu. Você, junto com o seu amor e coragem me deram o que no mundo mais importa e pouco se tem, amor de verdade.
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15 de outubro de 2011
Conversa de botas batidas.
Ele- Porque estas me olhando assim pequena?
Ela- Porque tu és a coisa mais linda que já aconteceu pra mim
Ele- Verdade?
Ela- Com toda que existe no mundo.
Ele- E tu és a pessoa mais linda do meu mundo inteiro
Ela- E por acaso o mundo inteiro te pertence?
Ele- Nunca ouviste dizer que quando se aprende a amar o mundo passa a ser seu?
Ela- Eu te amo e provavelmente pro resto da minha vida.
Ele- Eu te amo muito e sei que vai ser pro resto das nossas vidas.
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10 de outubro de 2011
Cinco noites seguidas. Você dormindo de três às cinco da manhã. Muito café. Muitos pensamentos. Muitas palavras. Folhas de caderno sobre a cama. Rabiscadas. Amassadas com toda a dor.
Dor que muitos nunca iram entender e apenas dirão – Drama, depois passa-
Dor essa que a faz tremer inteira, que não tem cobertor nem remédio. Na manhã seguinte tem banho, mais café, mais gente falsa sorrindo. Gente fútil tentando comprar tudo, até você. Tem cálculos que você nunca aprendeu e nem aprenderá. Tem comida gelada no almoço. E depois mais dramas de gente que liga pra contar a merda, o mico, a transa, o porre, a briga... Liga pra falar qualquer porcaria inútil, mais nunca, nunquinha, só pra saber como foi seu dia. Pela parte da noite tem caminhada de volta pra casa. Pessoas bêbadas. Vento frio. Nostalgia e ela, a dor, volta. Chega em casa e quer vomitar, vomitar porque não aguenta mais essa vida medíocre de cidadã politicamente correta, que come, dorme, se veste, bebe, respira conforme o ritmo do mundo. Conforme o som dessas pessoas que acham que drama, sempre é só drama. Não ligam se dói não ter com quem conversar. Não sabem o que é não ter alguém pra esquentar seus pés no inverno e nem se tem ou não alguém pra beber vodka nas noites de insônia.
Você liga o chuveiro e percebe que a água abafa o som do choro que, já não aguentou ficar preso na garganta. Você quer gritar, secar as lágrimas, pegar um porre, chamar palavrão, se jogar do alto do prédio... Mais ai você lembra que ninguém se importa. Você não se importa. O mundo não se importa. E que nada, absolutamente nada faz sentido além do egoísmo mesquinho das pessoas. Você desliga o chuveiro, anda até o guarda roupa, veste uma camisa comprida, calcinha grande, meias até o joelho. Prepara mais café. Vai até a janela, se encolhe na cadeira, olha pra cima e deseja ser só uma estrela que não depende de ninguém pra brilhar.
Daí, você percebe que o café já não esquenta. Pega a vodka. Olha pra baixo. Respira fundo mais uma vez. Vai pra cama e lembra que amanhã tem cálculos, gramáticas, porres, transas, café e ninguém pra te dar um abraço. E finge que você não odeia essa vida. Finge que você não odeia ser quem é. E espera até o sono chegar (...)
" Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente."
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente."
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2 de outubro de 2011
29 de setembro de 2011
"Mas estou aqui, continuo aqui não sei até quando, e quando e se você quiser, precisar, dê um toque. Te quero imensamente bem."
-cfa-
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24 de setembro de 2011
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